Pela Defesa da ESCARPA DEVONIANA

Por: www.grafismorupestre.com

São mais de 60 sítios arqueológicos catalogados e que deveriam ser protegidos na APA (Área de Proteção Ambiental) da Escarpa Devoniana na região dos Campos Gerais no Paraná, englobando 13 municípios.

Isso é o que sobrou de um sítio arqueológico de mais de 7000 anos nos limites da APA da Escarpa Devoniana depois de uma queimada, ele está a poucos metros de campos de agricultura, os LIMITES DEVERIAM SER AUMENTADOS! http://www.sopacosmica.com/grafismorupestre/2015/08/10/fotos-abrigo-prpg01-cambiju/

É de extrema importância a manutenção dos limites atuais, tanto do ponto de vista arqueológico, ambiental ou cultural da região.

Abaixo manteremos notícias sobre o absurdo Projeto de Lei nº 527/2016, que tramita na Assembleia Legislativa, com a pretensão de diminuir para aproximadamente 1/3 os limites atuais da APA. (Vote contra na petição Assembleia Legislativa do Paraná: Queremos que o projeto 527/2016 seja rejeitado e arquivado.)

Programas em vídeo da RPC – Bispo de Ponta Grossa diz ser contra redução da APA na Escarpa Devoniana

Programas em vídeo da RPC – ‘Meu Paraná’: Escarpa Devoniana está ameaçada

Gilson Burigo Guimarães – Departamento de Geociências da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) – APA da Escarpa Devoniana pode perder 70% de sua área

Euclides Lucas Garcia – GAZETA DO POVO – Carta Apelo – Pelo tombamento da Escarpa Devoniana para a proteção do patrimônio natural e cultural do ParanáProjeto reduz em mais de dois terços área de proteção ambiental que corta o Paraná

Redação – ALTA MONTANHA – Audiência sobre redução da APA da escarpa Devoniana demonstra apelo popular contra projeto

Rosana Felix – GAZETA DO POVO – O mapa suspeito da Escarpa Devoniana

Péricles de Mello – DEPUTADO ESTADUAL – Carta Apelo – Pelo tombamento da Escarpa Devoniana para a proteção do patrimônio natural e cultural do Paraná

Este material é protegido pelas leis de direitos autorais. Ele não pode ser copiado por qualquer meio para fins comerciais, sem prévia autorização. Se deseja usá-lo para fins acadêmicos, veja como citar este artigo: 

GRAFISMORUPESTRE.COM. Pela Defesa da ESCARPA DEVONIANA. Disponível em: www.grafismorupestre.com; Acessado em: xx/xx/xxxx.

Para fotografias:
Nome da fotografia. Fonte: www.grafismorupestre.com.

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ROTA FOTOGRÁFICA – Trilha da Pedra Sapo à Pedra do Cume da Serra do Lopo na Mantiqueira – Extrema MG

Por: www.grafismorupestre.com

I think that maybe we do not climb a mountain because it is there. We climb because we are here. (Jon Carrol)

Para atingir a Pedra do Cume o ponto mais alto da Serra do Lopo (1.700 m de altitude) siga abaixo a rota fotográfica comentada, para outras informações sobre a trilha e mapas veja o artigo: Pedra do Cume da Serra do Lopo na Mantiqueira através da Trilha da Pedra Sapo – Extrema MG

Atenção: Apesar de descrevermos o melhor possível as rotas, não nos responsabilizamos pelas informações prestadas! Se for a sua primeira ascensão à Pedra do Cume, seja prudente e contrate um guia local.

1 Mirante da Caixa (Clique nas fotos para ampliá-las.)

Placa indicativa do início da Trilha da Pedra Sapo ao lado do Mirante da Caixa Dágua. Observação a árvore seca não existe mais!
Placa indicativa do início da Trilha da Pedra Sapo ao lado do Mirante da Caixa Dágua. Observação a árvore seca não existe mais!

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Pedra do Cume da Serra do Lopo na Mantiqueira através da Trilha da Pedra Sapo – Extrema MG

Por: grafismorupestre.com

After climbing a great hill, one only finds that there are many more hills to climb. (Nelson Mandela)

A Pedra do Cume, é o ponto mais alto da Serra do Lopo sendo parte do trecho inicial da Serra da Mantiqueira. A região da Mantiqueira impressiona pela diversidade biológica, beleza e oportunidades para a prática do montanhismo no Brasil. O cume da Serra do Lopo possui 1700 m de altitude e está na divisa de Minas Gerais e São Paulo, entre as cidades de Joanópolis e Extrema.

Serra do Lopo inicio da MantiqueiraPedra do Cume na Serra do Lopo – Mantiqueira, vista de Bragança Paulista – SP.

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Agricultores e sedentários

Por MARCOS PIVETTA | ED. 252 | FEVEREIRO 2017 da Revista Pesquisa FAPESP.

Ancestrais do grupo Jê viviam em habitações subterrâneas e cultivavam mandioca e feijão no planalto catarinense há mil anos.

Novos estudos arqueológicos têm colocado à prova a visão tradicional sobre os povos indígenas do tronco linguístico Jê que habitaram entre o sul de São Paulo e o norte do Rio Grande do Sul na primeira metade do milênio passado. Escavações recentes feitas em sítios do planalto de Santa Catarina indicam que esses grupos, dos quais descendem os índios das atuais etnias Kaingang e Laklãnõ/Xokleng, eram mais do que caçadores-coletores que levavam uma vida nômade, sem local de moradia fixa e hierarquia social definida.

Círculos no chão, como o presente em sítio arqueológico de Campo Belo do Sul, demarcam áreas de celebração funerária chamadas danceiros.

Continue e leia o texto completo no site da FAPESP: Clique aqui.

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Desafio: Visite o Sítio Usina São Jorge online!

Por: www.grafismorupestre.com

A lapa norte do abrigo da Usina do Jorge em Ponta Grossa é repleto de figuras zoomorfas (formas de animais) com aves e muitos cervídeos ( na América do Sul são comuns os Veados de diversas linhagens desta família). Ele possui painéis com arte rupestre de aproximadamente 7000 anos, nas paredes e no teto.

Visite online a lapa norte do Sítio Arqueológico da Usina do São Jorge em Ponta Grossa no Paraná clicando no link abaixo.

Lapa Norte do Abrigo Usina São Jorge em 360º

Este trabalho foi realizado por CELSO MARGRAF que é Guia local Voluntário do Google.

Quantos cervídeos você encontrou no site? E quantas Aves? Deixe seus comentários. Continue lendo Desafio: Visite o Sítio Usina São Jorge online!

O Cacto Bola

Por: www.grafismorupestre.com

A beleza do relevo, das formações naturais ou dos sítios arqueológicos não são as únicas razões para que tenhamos a consciência e atitude preservacionista destes locais.

Figura 1 – Cacto Bola camuflado pelo capim, trilha do Abrigo Usina São Jorge, Ponta Grossa, Paraná, Brasil. Fotografia: Cristiano Gonçalves, 2009.

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Sem dinheiro para manter parque, juiz define verbas para Serra da Capivara

Publicado no portal: G1 Globo.com do Piauí.

O juiz federal Pablo Baldivieso determinou nessa quarta-feira (24) que a União, Ibama e Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) repassem R$ 4.493.145 para que seja feita a manutenção e conservação do Parque Nacional da Serra da Capivara, na região Sul do Piauí.

Além da destinação de recursos …… Continue lendo no Portal G1 da Globo.com – Piauí

À V.Exa. Senhor Ministro da Cultura Juca Ferreira

Petição à V.Exa. o Senhor Juca Ferreira, Ministro da Cultura: Salve o Parque Nacional da Serra da Capivara e suas pinturas milenares!

Criado por: Alice de C.Brasil

Assine agora: Clique aqui para ir à Petição Online na AVAAZ.ORG

Por que isto é importante?
São cerca de 130 mil hectares com mais de mil grupos de pinturas rupestres, além de sítios com resquícios de aldeias pré-históricas ou até mesmo de importância paleontológica.
O Parque Nacional da Serra da Capivara, no Piauí, reúne uma das maiores concentrações de tesouros arqueológicos do mundo, sendo local de descobertas que desafiam boa parte do que se sabe sobre o início da ocupação das Américas.

Continue lendo À V.Exa. Senhor Ministro da Cultura Juca Ferreira

Neminem ignorantia legis excusat

A ignorância das leis não é desculpa de ninguém.

Por: www.grafismorupestre.com

Será que as pinturas rupestres estão explicitamente protegidas pela lei brasileira?

Vejamos, na CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL de 1988, especificamente no Título III que descreve a organização do estado brasileiro, Capítulo II está explícito: Continue lendo Neminem ignorantia legis excusat