Arquivos da categoria: NOTÍCIAS

Notícias sobre a arte rupestre e a vida humana pré-histórica

Homo sapiens no centro da América do Sul

Sítio perto de Cuiabá indica presença do homem há 27 mil anos em Mato Grosso

Por MARCOS PIVETTA | ED. 259 | SETEMBRO 2017. Fonte da Revista Pesquisa FAPESP.

Distante cerca de 80 quilômetros (km) a noroeste de Cuiabá, o município mato-grossense de Jangada está colado ao centro geográfico da América do Sul. Para qualquer lado que se ande, a visão do oceano, seja o Pacífico ou o Atlântico, somente aparece depois de percorridos ao menos 1.500 km. Nessa porção do Cerrado, a vegetação é mais densa e a serra das Araras, com altitudes entre 500 metros (m) e 800 m, pontua a paisagem.

Em um abrigo sob rochas de difícil acesso, situado em um vale na parte sudeste da cadeia de montanhas, dois paredões calcários preservam um pedaço pouco conhecido da pré-história do Brasil e das Américas.

Pintura rupestre de um dos 170 sítios pré-históricos da Cidade de Pedra, perto de Rondonópolis. (Reprodução do Livro Pré-História de Mato Grosso – VOL. 2) Continue lendo Homo sapiens no centro da América do Sul

Pela Defesa da ESCARPA DEVONIANA

Por: www.grafismorupestre.com

São mais de 60 sítios arqueológicos catalogados e que deveriam ser protegidos na APA (Área de Proteção Ambiental) da Escarpa Devoniana na região dos Campos Gerais no Paraná, englobando 13 municípios.

Isso é o que sobrou de um sítio arqueológico de mais de 7000 anos nos limites da APA da Escarpa Devoniana depois de uma queimada, ele está a poucos metros de campos de agricultura, os LIMITES DEVERIAM SER AUMENTADOS! http://www.sopacosmica.com/grafismorupestre/2015/08/10/fotos-abrigo-prpg01-cambiju/

É de extrema importância a manutenção dos limites atuais, tanto do ponto de vista arqueológico, ambiental ou cultural da região.

Abaixo manteremos notícias sobre o absurdo Projeto de Lei nº 527/2016, que tramita na Assembleia Legislativa, com a pretensão de diminuir para aproximadamente 1/3 os limites atuais da APA. (Vote contra na petição Assembleia Legislativa do Paraná: Queremos que o projeto 527/2016 seja rejeitado e arquivado.)

Programas em vídeo da RPC – Bispo de Ponta Grossa diz ser contra redução da APA na Escarpa Devoniana

Programas em vídeo da RPC – ‘Meu Paraná’: Escarpa Devoniana está ameaçada

Gilson Burigo Guimarães – Departamento de Geociências da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) – APA da Escarpa Devoniana pode perder 70% de sua área

Euclides Lucas Garcia – GAZETA DO POVO – Carta Apelo – Pelo tombamento da Escarpa Devoniana para a proteção do patrimônio natural e cultural do ParanáProjeto reduz em mais de dois terços área de proteção ambiental que corta o Paraná

Redação – ALTA MONTANHA – Audiência sobre redução da APA da escarpa Devoniana demonstra apelo popular contra projeto

Rosana Felix – GAZETA DO POVO – O mapa suspeito da Escarpa Devoniana

Péricles de Mello – DEPUTADO ESTADUAL – Carta Apelo – Pelo tombamento da Escarpa Devoniana para a proteção do patrimônio natural e cultural do Paraná

Este material é protegido pelas leis de direitos autorais. Ele não pode ser copiado por qualquer meio para fins comerciais, sem prévia autorização. Se deseja usá-lo para fins acadêmicos, veja como citar este artigo: 

GRAFISMORUPESTRE.COM. Pela Defesa da ESCARPA DEVONIANA. Disponível em: www.grafismorupestre.com; Acessado em: xx/xx/xxxx.

Para fotografias:
Nome da fotografia. Fonte: www.grafismorupestre.com.

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Agricultores e sedentários

Por MARCOS PIVETTA | ED. 252 | FEVEREIRO 2017 da Revista Pesquisa FAPESP.

Ancestrais do grupo Jê viviam em habitações subterrâneas e cultivavam mandioca e feijão no planalto catarinense há mil anos.

Novos estudos arqueológicos têm colocado à prova a visão tradicional sobre os povos indígenas do tronco linguístico Jê que habitaram entre o sul de São Paulo e o norte do Rio Grande do Sul na primeira metade do milênio passado. Escavações recentes feitas em sítios do planalto de Santa Catarina indicam que esses grupos, dos quais descendem os índios das atuais etnias Kaingang e Laklãnõ/Xokleng, eram mais do que caçadores-coletores que levavam uma vida nômade, sem local de moradia fixa e hierarquia social definida.

Círculos no chão, como o presente em sítio arqueológico de Campo Belo do Sul, demarcam áreas de celebração funerária chamadas danceiros.

Continue e leia o texto completo no site da FAPESP: Clique aqui.

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Sem dinheiro para manter parque, juiz define verbas para Serra da Capivara

Publicado no portal: G1 Globo.com do Piauí.

O juiz federal Pablo Baldivieso determinou nessa quarta-feira (24) que a União, Ibama e Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) repassem R$ 4.493.145 para que seja feita a manutenção e conservação do Parque Nacional da Serra da Capivara, na região Sul do Piauí.

Além da destinação de recursos …… Continue lendo no Portal G1 da Globo.com – Piauí

À V.Exa. Senhor Ministro da Cultura Juca Ferreira

Petição à V.Exa. o Senhor Juca Ferreira, Ministro da Cultura: Salve o Parque Nacional da Serra da Capivara e suas pinturas milenares!

Criado por: Alice de C.Brasil

Assine agora: Clique aqui para ir à Petição Online na AVAAZ.ORG

Por que isto é importante?
São cerca de 130 mil hectares com mais de mil grupos de pinturas rupestres, além de sítios com resquícios de aldeias pré-históricas ou até mesmo de importância paleontológica.
O Parque Nacional da Serra da Capivara, no Piauí, reúne uma das maiores concentrações de tesouros arqueológicos do mundo, sendo local de descobertas que desafiam boa parte do que se sabe sobre o início da ocupação das Américas.

Continue lendo À V.Exa. Senhor Ministro da Cultura Juca Ferreira

Pré-história riscada: Pinturas feitas por indígenas no PR são depredadas

Por ESTELITA HASS CARAZZAI

Curitiba, 18/07/2015

Vandalismo em Sítio Arqueológico de Ponta Grossa (PR) Foto: Alessandro Chagas / Divulgação.

Continue lendo no Site da Folha de São Paulo …