Arquivos da categoria: Santa Catarina

Informações sobre arqueologia, grafismo rupestre e arte rupestre do estado de Santa Catarina

É Cume! Cumbre! Summit! Pico! Cresta! Ridge…!

Não é sobre chegar no topo do mundo
E saber que venceu
É sobre escalar e sentir
Que o caminho te fortaleceu (Trem Bala, Ana Vilela)

Monte Olimpo, 1539m, Conjunto Marumbi na Serra do Mar. Paraná Brasil. Jean Felipe Lopes, Jean Marie Polli e Maurício Marcos.
Monte Olimpo, 1539m, Conjunto Marumbi na Serra do Mar. Morretes Paraná Brasil. Onde Iniciou-se o montanhismo brasileiro. Jean Felipe Lopes, Jean Marie Polli e Maurício Marcos.
Pico da Bandeira, 2791,32m, Terceira Montanha mais alta do Brasil. Parque Nacional do Caparaó. Minas Gerais e Espírito Santo, Brasil. Jean Felipe Lopes, Jean Marie Polli.
Pico da Bandeira, 2891,32m, Terceira Montanha mais alta do Brasil. Parque Nacional do Caparaó. Ponto Culminante de Minas Gerais e Espírito Santo, Brasil. Jean Felipe Lopes, Jean Marie Polli.

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Os Guardiões do Avencal

Por: www.grafismorupestre.com

O Abrigo sob rocha do Morro do Avencal I possui grafismos rupestres muito interessantes pertencentes à  Tradição Geométrica meridional e atribuída a subtradição Morro do Avencal, segundo PROUS citado por CARMELATO (2005).

As figuras mais impressionantes são as faces humanas estilizadas em relevo e que aproveitam as depressões e falhas das rochas, dando profundidade e noção 3D para a representação!

Clique nas imagens para ampliá-las.

Figura 1: Uma representação da face do Guardião 2 (veja a fotografia 2 abaixo) do Abrigo Morro do Avencal I – Urubici - Santa Catarina. Figura: Jean Marie Polli, 2017. Continue lendo Os Guardiões do Avencal

Agricultores e sedentários

Por MARCOS PIVETTA | ED. 252 | FEVEREIRO 2017 da Revista Pesquisa FAPESP.

Ancestrais do grupo Jê viviam em habitações subterrâneas e cultivavam mandioca e feijão no planalto catarinense há mil anos.

Novos estudos arqueológicos têm colocado à prova a visão tradicional sobre os povos indígenas do tronco linguístico Jê que habitaram entre o sul de São Paulo e o norte do Rio Grande do Sul na primeira metade do milênio passado. Escavações recentes feitas em sítios do planalto de Santa Catarina indicam que esses grupos, dos quais descendem os índios das atuais etnias Kaingang e Laklãnõ/Xokleng, eram mais do que caçadores-coletores que levavam uma vida nômade, sem local de moradia fixa e hierarquia social definida.

Círculos no chão, como o presente em sítio arqueológico de Campo Belo do Sul, demarcam áreas de celebração funerária chamadas danceiros.

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