A idade do leite

Pescadores-coletores que viveram há 3 mil anos em área hoje do litoral catarinense amamentavam filhos até 2 anos de idade

Por MARCOS PIVETTA | ED. 268 | Junho 2018. Fonte da Revista Pesquisa FAPESP.

Materiais arqueológicos do sítio de Jabuticabeira II, em Laguna, como a mandíbula e os dentes de bebês Imagem: Léo Ramos Chaves
Materiais arqueológicos do sítio de Jabuticabeira II, em Laguna, como a mandíbula e os dentes de bebês Imagem: Léo Ramos Chaves

Ossos e dentes encontrados em sítios arqueológicos podem guardar informações importantes sobre os indivíduos a que pertenceram, como traços anatômicos, idade aproximada e presença de doenças. A reconstituição dos hábitos alimentares, ainda que de forma parcial, também é possível por meio da análise da concentração de diferentes isótopos estáveis de dois elementos químicos que se preservam no esqueleto humano: carbono e nitrogênio. Um trio de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) usou essa abordagem para analisar fragmentos de 60 indivíduos, adultos e crianças, que viveram, entre 3.100 e 1.500 anos atrás, na área hoje ocupada pelo sambaqui Jabuticabeira II, sítio arqueológico localizado no município litorâneo de Laguna, cerca de 100 quilômetros ao sul de Florianópolis, em Santa Catarina. O trabalho reuniu evidências de como deve ter sido o padrão de amamentação adotado pelas mulheres da população de pescadores-coletores que habitou a região.

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